Parque Estadual dos Aparados da Serra – Cânion Itaimbezinho – Cambará do Sul – RS – Brasil

         A Serra Geral, onde se localiza o Parque Nacional dos Aparados da Serra, foi  habitada por pelo menos três povos indígenas de origem tupi-guarani: guaranis, pampeanos e caiguangues. Caçavam com instrumentos semelhantes a boleadeiras – uma  tira de couro com bolas de ferro na ponta empregada pelos campeiros para laçar animais – e bebiam mate. Também se reuniam em torno de fogueiras feitas em buracos cavados no chão – Para que o vento forte não as apagasse -, e tomavam a folha moída da erva, misturada com água quente, buscando a proteção do deus Tupã. Esses costumes deram origem aos dos gaúchos, que perduram até os dias de hoje.  A Serra foi uma das últimas regiões do pais a ser ocupada pelos  europeus.

          O termo “Itaimbé”, que originou o nome Itaimbezinho tem ascendência tupi-guarani, e significa pedra cortada, o que descreve muito bem a passagem pelos Cânions da Serra Geral. Além dos Indígenas, a região também foi ocupada por jesuítas, que trouxeram o gado. Com o tempo, os povos se misturaram e a gente da serra gaúcha se constituiu. A pecuária passou a ser uma atividade comum na região, inclusive na área do Parque, até recentemente ocupada por sítios. Para proteger o entorno da unidade de conservação, outro Parque Nacional foi criado em 1992, emendado com os Aparados em suas porções nordeste e sudeste: o da Serra Geral. Em 1996, o Parque fechou por dois anos para receber melhorias nas instalações, sendo reaberto com uma infra-estrutura mais adequada para receber visitantes.

 

Cânion do Itaimbezinho

                Com 5.800  m de  extensão e uma profundidade máxima de 720 m, o cânion mais famoso do Parque é cortado pelos rios perdizes e Preá, que formam a Serra do Boi.

 

 

Fonte: Parques Nacionais Brasil – Guias Philips – Editora Horizonte

São Francisco de Paula – RS – Brasil

47 km de Gramado pela RS-235 e RS -020. É a cidade mais alta da região das hortênsias, com altitudes entre 900 e 1.083 m. Rota de tropeiros que levavam gado e mulas para São Paulo e a região do Prata, desde o século 18. Isso criou uma cultura rural, “campeira”, que ainda sobrevive. São comuns bailes, rodeios, rodeios e festivais de música tradicionalista.

O Parque da Cachoeira tem três cachoeiras e trilhas, onde se pode cavalgar e acampar, passear de barco, pescar e fazer tirolesa e pendulo na ponte de ferro do Passo do Inferno, de 1935, com o vão de 74 m. Perto do Centro o lago São Bernardo de 1900 m, é a principal atração. A cascata da Ronda, a 2 km do Centro, tem 5 quedas e a barragem do Salto.

 

Fonte : Guias Philips – Região Sul – Brasil – Editora Horizonte. Pag. 212-213.